Tiki Fest Montreal 5

Below some pictures from the first day of Tiki Fest Montreal 5. A Tiki Fest is a

This was the third time I have been to a TikiFest (the first two were in London and Barcelona last year).

Marc did a presentation of Tiki 5.0. He did a new installation and configured  the software based on the necessities brought by some folks that might use Tiki as the wiki engine for Bixi (one of the most amazing things of Montreal and for sure a subject for a next post).

Louis-Phillipe talked about category transitions and I showed my ideas for the blog revamp. I will be working to improve Tiki Blog during this (northern) summer.

Dois vídeos e fotos do TikiFest em Barcelona

No começo de agosto estive em Barcelona para mais um encontro da comunidade do Tikiwiki, o TikiFest Barcelona (http://tikiwiki.org/TikiFestBarcelona). Enquanto eu trabalhava no meu projeto para o Google Summer of Code, o restante do pessoal estava lá para desenvolver um novo recurso para o Tikiwiki: workspaces.

O Luci publicou muitas fotos do encontro quase todas com legendas engraçadas nesse link aqui http://picasaweb.google.com/mindbro/TikiFestBarcelona2009

Além das fotos, foram feitos dois vídeos do encontro. O primeiro foi feito pela Vladislava, mulher do Luci, ela é Tcheca e trabalha para uma televisão chinesa independente (é uma televisão chinesa proibida na China). É um vídeo com um carater mais institucional, de divulgação do Tikiwiki, com entrevistas com alguns dos membros da comunidade (mais informações sobre a matéria http://english.ntdtv.com/ntdtv_en/ns_europe/2009-08-13/093675925612.html).

O segundo vídeo foi feito pelo Xavier, ele é de Barcelona e foi quem organizou toda a logística do encontro. O vídeo dele é mais longo e mostra um pouco mais da dinâmica do encontro.

A video used to be embedded here but the service that it was hosted on has shut down.

GSOC TikiFest in London

In the first week of July I was in London for the GSOC (Google Summer of Code) TikiFest. TikiFests are a tradition in the Tikiwiki community. It is when two or more Tiki contributors get together to code, discuss about free software etc.

This time the main reason for the TikiFest was to gather together all the students from GSOC who are working in the Tikiwiki projects. This is the first year Tikiwiki is participating in GSOC and there are four students involved, including myself.

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Two students from Spain, Aldo and Ben, are working together to create the new workspaces feature (the ability to have collections of items/objects that allow different set of users to have different kinds of access in a single Tikiwiki installation). For more information on their project see the wiki page http://dev.tikiwiki.org/workspaces. At the TikiFest they presented their work done until that moment and we discussed some tricky aspects of the implementation. The development of the workspaces is of great interest for the Tikiwiki community and there are more people working on it at present besides the two GSOC students. On the first week of August there will be another TikiFest in Barcelona just to discuss and develop some parts of the workspaces.

Another student from India, Nagendra, was there to present his project which will allow online video edition in Tikiwiki using the Kaltura API. Maybe in the future we will be able to edit video the wiki way using this.

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And finally I presented my project to create a migration script from Mediawiki to Tikiwiki. As my mentor on this project, Nelson Ko, was at the TikiFest I had a great opportunity to make some crucial decisions for the project. Mainly to leave phpBB for another project and focus only on the migration from Mediawiki to Tikiwiki.

Beside the presentation of the projects, we also discussed some interesting aspects of the free software world. Aldo and Amette showed some of the great features Git has over SVN and we discussed how the Tikiwiki community could benifit from moving to Git (for example merging branches is much easier with Git). It was agreed that as an expemeriment the workspaces development would be done using Git.

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Jonny talked about the recent development of the Tikiwiki profiles and Jean-Marc showed some inconsistencies between the administration page of different Tikiwiki features and we discussed possible interface standards for those pages.

Olaf-Michael brought the discussion about Tiki as an open translation tool. He told us about http://translatewiki.com/, a place to centralize and make the translation of different open source wiki softwares as easy as possible. They are interested in putting Tikiwiki in the pool of softwares they translate and Olaf is in contact with them to make this happen. Although the way Tikiwiki handles with translations at present (a PHP array for each language with key/value pairs) is accepted by TranslateWiki I mentioned at the TikiFest that it would be a good idea for the Tikiwiki community to switch to a standard open source tool for translation like gettext.

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At present it is hard for a non-technical person to start helping with Tikiwiki translation. As I host several sites using Tikiwiki for different Brazilian social movements I am very interested in making it easier to translate. I think that using a standard tool for that purpose is a great first step. We can take advantage of all the tools built around gettext that already exist. I plan to look at this question in the next weeks, so if anyone else is also interested please do let me know. Apparently it is not that hard to convert to gettext. PHP has gettext built-in support and there is already a script to convert from Tikiwiki language.php files to gettext. Before moving, as mentioned by Jean-Marc, it is a good idea to talk with people from other projects that already use gettext to learn from their experience.

On the last day of the meeting, Aldo, Ben and I (unfortunately Nagendra had to leave the day before) talked about the difficulties we had with Tikiwiki when we started our projects. We agreed that the lack of technical documentation and tests were the two most difficult aspects.

Without technical documentation we had to read the code to understand what a function does and without tests it is much harder to know if the change you are making will break something elsewhere in the code. With this in mind we are using in our projects phpDocumentor and PHPUnit. By using phpDocumentor we can have some day, as proposed by Aldo in the devel list, api.tikiwiki.org. Very similar to http://api.joomla.org/ or http://api.cakephp.org/. Which can help to atract more contributors. PHPUnit is already used in a few parts of Tikiwiki. Louis-Phillipe created on trunk the directory lib/core. All the code there have tests. Alain Desilets and Marta Stojanovic are using PHPUnit with Selenium to write acceptance tests for Tikiwiki.

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This is what I remember from the discussions we had during the five days of GSOC TikiFest. If I forgot to mention something please leave a comment.

De bicicleta em Londres!

A viagem pela Europa começou em grande estilo. Vim para Londres para participar de um encontro da comunidade do Tikiwiki, o GSOC TikiFest, para discutir os projetos do Google Summer of Code (em breve vou escrever um post relatando como foi o encontro e a apresentação do meu projeto).

A maioria das pessoas que participou do encontro da comunidade do Tikiwiki em Londres
A maioria das pessoas que participou do encontro da comunidade do Tikiwiki em Londres

Antes de sair de São Paulo, graças a ajuda de um amigo da Bicicletada consegui um lugar para ficar durante meus dias em Londres, a casa da irmã dele. Quando desci no aeroporto pensava que para esses dias serem perfeitos só faltava eu arranjar uma bicicleta para me locomover pela cidade. O transporte público funciona muito bem, metro e ônibus para todos os lados. Mas também é muito caro, pelo menos da ótica de alguém que ganha em reais. Se não conseguisse a bicicleta, meu plano era caminhar os cinco quilometros que separam a casa onde fiquei do local do encontro.

A viagem de São Paulo para Londres correu bem. Meu lugar era na janela, estava louco para ver o oceano de dentro do avião, porém quando começamos a sobrevoar o mar já era noite (não sei porque estava com essa idéia na cabeça de que o avião sairia de São Paulo direto para o oceano, quando na verdade ele sobrevoa o continente até o extremo norte do nordeste brasileiro). Assisti a Era do Gelo e conversei bastante com um cara de Natal e uma senhora de Buenos Aires. Eles ocupavam dois assentos e meio e eu tinha que me virar com a metade de um assento que sobrava 🙂

Vooei com a British Airways, quando fiz o checkin online solicitei refeições vegetarianas e tudo funcionou bem. Tanto na janta, como no café da manhã, eu recebi uma refeição especial. Fiquei feliz por eles terem estrutura para atender esse tipo de demanda. Não sei como funciona com outras companhias. Será que todas são amigáveis com os vegetarianos?

Chegando em Londres minha grande preocupação era com a imigração, não me animava nenhum pouco a idéia de chegar lá e ser mandado de volta para o Brasil no próximo avião. Ao mesmo tempo me sentia o imigrante ilegal perfeito. Não tenho propriedades no Brasil, não sou casado, não estudo e só consigo comprovar mais ou menos um vínculo de trabalho (não tenho CLT). Tinha mais de uma dezena de documentos para mostrar. No fim fui atendido por uma mulher super simpática que perguntou a razão da minha visita, pediu para ver minha passagem de volta para o Brasil e a passagem para a Suécia e nada mais. Grande alívio!

A bicicleta que usei durante os meus dias em Londres
A bicicleta que usei durante os meus dias em Londres

Encontrei com a Ludmila numa estação de metro e fomos para a casa da irmã dela, onde eu fiquei hospedado. Ainda no caminho, no ônibus, ela me perguntou se eu tinha interesse em usar durante meus dias lá uma bicicleta de um amigo que estava encostada há algum tempo. Perfeito! No mesmo dia sai para pedalar pela cidade.

Passei cinco dias em Londres e em todos utilizei a bicicleta. No que diz respeito a locomoção de pessoas, São Paulo tem muito a aprender com Londres. Bicicleta lá é considerado um meio de transporte (ao contrário de São Paulo que ainda teima em ver a bicicleta como lazer). Tem um site legal para planejar rotas de bicicleta: http://www.tfl.gov.uk/roadusers/cycling/11598.aspx

Óbvio que nem tudo é perfeito, nos meus dias por lá cruzei com duas ghost bikes (uma delas é a da foto abaixo) e certamente existem outras. Porém é emocionante ver o respeito dos motoristas, principalmente dos motoristas de ônibus. Em todos os meus dias não levei uma fina, nenhuma busina. Os ônibus ou me esperavam até parar no ponto ou então me ultrapassavem mudando completamente para a faixa ao lado.

Bike ghost
Bike ghost

Ao contrário de São Paulo, que continua investindo na lógica do transporte individual como fica claro na recente iniciativa da Kassab e Serra de proibir a circulação de ônibus fretado no centro da cidade e de derrubar árvores para ampliar pistas na marginal, em Londres existe uma clara política pública em favor do transporte coletivo e alternativo. Automóveis particulares tem que pagar para circular no centro, existem ciclovias e bicicletários para todos os lados (e cada vez mais também ladrões de bicicleta), os pontos de ônibus tem informação sobre o itinerário e os horários das linhas que passam por ali.

Local para guardar as bicicletas em um prédio
Local para guardar as bicicletas em um prédio

Todas são coisas relativamente simples de fazer (nenhuma delas demanda uma intervenção tão drástica na estrutura urbana com demanda por exemplo a ampliação da marginal) e podem melhorar muito o fluxo de pessoas em São Paulo.

Ps: nos seis dias que passei em Londres ouvi buzina de carro apenas duas vezes (literalmente). Interessante. Não que Londres seja o paraíso, as duas vezes que ouvi buzina de carro foram em situações típicas de stress no trânsito. Na primeira um motorista de carro buzinou para pedestres: “saiam da frente se não eu passo por cima”. E na segunda um carro reclamou com o outro. Mas de qualquer forma é curioso pensar porque será que em São Paulo tem tanto barulho de buzina.